terça-feira, abril 11, 2006

Teatro Branco Rosa

"Vulgar é um adjectivo que é impossível aplicar a esta peça. No entanto, podemos sempre questionar a realidade e a ficção.
Uma mulher isola-se, afastando-se da sociedade, com o intuito de desenvolver todas as possibilidades de estar só. Para poder ser tudo e não ter que afirmar nada, come o seu próprio sexo. Lança-se às memórias e relata a sua intimidade.
Questiona a sexualidade e a assexualidade. Sem sexo, desenvolve uma teoria de auto-suficiência. Narcísica e angelical. Mas a teoria vai desmoronar-se?"

Chapitô: Costa do Castelo, Lisboa. Até 16 de Abril, 5ª a domingo, às 22h.
in le Cool

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