Conforce "machine conspiracy" [Meanwhlie]Disco de estreia do produtor holandês Conforce (a.k.a. Boris Bunnik) que segue a linha das seus máxis na editora Meanwhile e Modelism, um techno positivo, profundo e influenciado pelo dub.
O disco foi quase todo produzido no quarto do próprio, com excepção de 2 faixas que foram criadas na ilha de Terschelling, a ilha holandesa onde Conforce cresceu e que vem retratada na capa do disco.
Nove dos 11 temas do disco nunca foram anteriormente lançados. Os seus temas são uma espécie de casamento dos sons techno de Juan Atkins, Derrick May ou Carl Craig com o som da editora Basic Channel (que também se reflecte em editoras como Chain Reaction ou Modern Love), juntando-lhe entoações de tech house de Chicago e centro europeias.
> posto de escuta <
O disco foi quase todo produzido no quarto do próprio, com excepção de 2 faixas que foram criadas na ilha de Terschelling, a ilha holandesa onde Conforce cresceu e que vem retratada na capa do disco.
Nove dos 11 temas do disco nunca foram anteriormente lançados. Os seus temas são uma espécie de casamento dos sons techno de Juan Atkins, Derrick May ou Carl Craig com o som da editora Basic Channel (que também se reflecte em editoras como Chain Reaction ou Modern Love), juntando-lhe entoações de tech house de Chicago e centro europeias.
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Rennie Foster "blood sugar" [Rebirth]Nascido no Canadá mas a viver actualmente no Japão, Rennie lança o seu segundo disco (com pouco mais de um ano de diferença do primeiro), assim como o titulo, é doce de um lado e obscuro pelo outro.
Os ritmos são, maioritariamente, deep-house ou tech-house, salpicados por dub, com vários elementos à mistura, vozes profundas, ambientes góticos e hipnóticos. Mas existem ainda temas de hip house, progressive, jack ou dub-techno, mas mantendo sempre presente o espírito underground e de qualidade. O equilíbrio perfeito entre vários mundos, sempre com a descoberta de novos elementos e sons a cada escuta.
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Take "only moutain" [Alpha Pup Records]
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Este é o novo trabalho do produtor de beats de Los Angeles, Take, que é também , consequentemente, o mais poderoso e mais bem conseguido até a data. Este é a grande afirmação de 10 anos de produção musical prolífica. Este álbum mistura dubstep, trip hop, hip hop abstracto com idm de maneira magistral, com texturas electrónicas cósmicas e breakbeats de outra dimensão. Uma viagem por sons estranhos e por sons familiares, o produtor quebra barreiras num género que está grande parte das vezes no limbo entre o muito bom e o muito mau. Sem se agarrar a um estilo definido, Take faz um longa duração com muito estilo (próprio).
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Hideo Kobayashi "a drama" [Apt. International]A mais recente estrela japonesa da house music, Hideo Kobayashi, regressa com um longa duração essencialmente com house vocal (onde alguns temas poderiam fazer parte de uma qualquer edição da Naked Music) e temas instrumentais mais deep, por onde demonstra toda a sua versatilidade como produtor. Com as colaborações de Tomoko Miwa, Motoharu (Soil & Pimp Sessions), Lisa Shaw, Rasmus Faber e Christa, este "A Drama" torna-se a sério candidato a disco de Verão nas pistas de dança perto do mar ou para acompanhar os cocktails em final de tardes mediterrânicas.
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A Guy Called Gerald "tronic jazz the berlin sessions"A lenda está de volta. E volta a mostrar o seu amor pelas linhas de baixo ácidas, mas o som destas 13 faixas não é para partir a casa toda, é o acid e o techno de parâmetros mais suaves e ambientais ou baleáricos (não tenham medo!) e de influência jazzística.
Enquanto toda a gente anda à procura de novos sons e ritmos futuristas, Gerald Simpson demonstra que talvez o pote de ouro (essa frescura musical que tanto se anseia) esteja na música electrónica do inicio dos anos 90 do século passado, produzida por ele e seus comparsas dos 808 State, pelos Future Sound Of London ou Orbital.
Sim, se estão à espera de encontrar um novo "pacific state", vão encotra-lo na faixa "pacific samba"!
Enquanto toda a gente anda à procura de novos sons e ritmos futuristas, Gerald Simpson demonstra que talvez o pote de ouro (essa frescura musical que tanto se anseia) esteja na música electrónica do inicio dos anos 90 do século passado, produzida por ele e seus comparsas dos 808 State, pelos Future Sound Of London ou Orbital.
Sim, se estão à espera de encontrar um novo "pacific state", vão encotra-lo na faixa "pacific samba"!
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Guido "anidea" [Punch Drunk]
Guido "anidea" [Punch Drunk]Guy Middleton faz parte do trio de jovens produtores (ao lado de Joker e Gemmy) de Bristol que estão a dar ao dubstep novas paisagens melancólicas e esplendorosas que se centra essencialmente em melodias. O produto final é único, uma espécie de híbrido de baixo soulful que é diabolicamente dançável e compulsivamente difícil desligar. "Anidea" é um disco de temas espaçosos, sons ecoando em zonas distintas entre batidas, que poderia mesmo servir de base sonora a um disco de soul ou r&b futurista (ouça-se o exemplo das faixas "beautiful complication" com Aarya e "way u make me feel" com Yolanda - conhecida por trabalhar com Pinch).
Este é um disco que se vai juntar aos de Burial, Shackleton, Kode9 e Peverelist como um dos mais importantes do dubstep, mas com a diferença de se basear essencialmente nas melodias graciosas.
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Este é um disco que se vai juntar aos de Burial, Shackleton, Kode9 e Peverelist como um dos mais importantes do dubstep, mas com a diferença de se basear essencialmente nas melodias graciosas.
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